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Economia baseada em dados muda mercado de saúde

Escrito por Editor@

setembro 1, 2022

Estudo feito pela EY destaca cinco tendências nas quais a organizações precisam se concentrar para o futuro orientado por dados

economia baseada em dados mudou o mercado de saúde e prevê mais transformações nos próximos anos. Esse movimento, acelerado pela pandemia de Covid-19, mostra que as empresas que focarem na criação de produtos e serviços específicos para pacientes e baseados em dados terão maior oportunidade de liderar essas mudanças do setor. A análise consta de estudo divulgado pela empresa de consultoria e auditoria EY.

De acordo com a líder global de Saúde da EY, Pamela Spence, novas ferramentas e tecnologias fazem com que seja possível criar uma abordagem mais personalizada para saúde e bem-estar. “O mundo nunca precisou tanto disso quanto hoje em dia. Embora empresas e organizações já reconhecessem há muito tempo o potencial de novas ferramentas para capturar e usar dados na transformação da saúde, faltava um catalisador para impulsionar essa mudança.”

No Brasil, há um movimento forte de utilização de dados por parte de hospitais, operadoras, empresas verticalizadas e startups incorporadas ao ecossistema de saúde.

“Se a crise tem um efeito positivo é o fato de que é hora de investir nas significativas mudanças organizacionais necessárias para permitir o uso irrestrito do poder dos dados na área de saúde – independentemente do fato de que esses dados serão usados para lutar contra futuros surtos infecciosos ou contra doenças crônicas, como diabetes, cardiopatias ou câncer”, afirma o sócio-líder de Saúde da EY no Brasil e na América do Sul, Leandro Sanches.

Sanches destaca cinco tendências nas quais as organizações precisam se concentrar para esse futuro “data-driven” (orientado a dados): construir um ecossistema colaborativo, inserir tecnologias geradoras de dados no paradigma da saúde, incorporar ciência comportamental a produtos e serviços, viabilizar a confiança dos stakeholders e adaptar modelos de negócios.

Ecossistema colaborativo

A Covid-19 mostrou com que rapidez e eficiência os dados podem ser capturados, compartilhados e usados, em vez de estarem fragmentados em diversas organizações. Segundo o estudo, um ecossistema personalizado, centrado no paciente, que entregue cuidado acessível e financeiramente viável, surgirá a partir de maior colaboração e compartilhamento de dados entre os stakeholders.

Tecnologia de dados

A quinta geração de dispositivos de comunicação sem fio (5G) e Inteligência Artificial (IA) serão essenciais para o futuro da saúde. A capacidade efetiva de captura de dados será acompanhada por sistemas avançados de transmissão e interpretação de dados.

Um exemplo do que pode acontecer no futuro é que em vez de o paciente realizar os tradicionais check-ups com um profissional de saúde, sem periodicidade definida, ele será constantemente monitorado por sensores que capturarão um fluxo de dados contínuo e completo.

Ciência comportamental

A ciência comportamental tem sido usada em todo o mundo para tentar conter a Covid-19, mas ainda tem uso marginal em circunstâncias normais de saúde. O estudo aponta que, no futuro, feedback e direcionamento comportamental estarão inseridos nos ambientes individuais, gerando estratégias personalizadas para resultados de saúde otimizados.

Confiança

Um sistema de inteligência confiável é necessário para assegurar a participação do paciente e de outros stakeholders. De acordo com o estudo, haverá um impulso para a construção de sistemas confiáveis que permitam melhor colaboração, com a chegada ao mercado de padrões mais elevados de segurança de dados e sistemas de IA mais poderosos.

Modelos de negócio

Com o impacto econômico global da pandemia, as organizações terão de encarar restrições ainda maiores de capital. Essas restrições forçam as empresas a adotar modelos de negócios mais focados, em vez de espalhar seus esforços em uma variedade de abordagens diferentes. As análises da EY já mostram que empresas com um foco mais restrito têm desempenho melhor que companhias com portfólios mais difusos.

 Via: EY 

 

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